feliz 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
Um feliz Ano novo.
Que 2012 seja um ano de paz saude e prosperidade pra todos.
Rodrigo Moura
Um feliz Ano novo.
Que 2012 seja um ano de paz saude e prosperidade pra todos.
Rodrigo Moura
Uma linda história de amor! Eu nem acredito que estou aqui contando a minha história a todos vocês, pois é uma alegria muito grande demonstrar tudo o que sinto.
Eu era uma menina desiludida com a vida, tinha um namorado que só me fazia sofrer e chorar todos os dias, com ele não tinha alegria nenhum, pois ele era um grosso e me tratava muito mal.
Terminei o colegial, então decidi fazer faculdade, entrei no curso de direito, e conheci uma menina super legal, que logo ficamos amigas, amigas inseparáveis. Na terceira semana de aula ela me apresentou seu primo, na hora não vi interesse nenhum nele, inclusive eu ainda estava namorando.
O tempo foi se passando e eu fui pegando mais amizade com ele, conversava todos os dias, ele me dava conselhos de um monte de coisas.
Um dia saímos da faculdade para assistir jogo em um bar, nesse dia ele me disse que estava apaixonado por mim, mais que além de eu ter namorado, ele também namorava…falou que não conseguia parar de pensar em mim, e mais aqueles papos de garotos quando estão afim…
Na hora nem liguei, falei que não tinha como a gente ficar, por que ambos namorávamos. Ele disse que só queria que eu soubesse, mais nada. Disse que tudo bem, então fomos embora pra faculdade novamente, quando fui descer do carro e dar um beijo no rosto dele, ele me deu um selinho, na hora eu tremia demais, não sabia o que fazer, mais me segurei e desci do carro.
Fui embora pra minha casa, e aquilo ficou na minha cabeça, mais logo sumiu.
Na semana seguinte combinamos de ir ao cinema, uma galera, o meu namorado estava viajando. Então fomos e ele levou a namorada. Aquele dia foi horrível pra mim, eu fiquei muito mal, e ele também, ficou numa situação super chata, que não sabia o que fazer. Não conversamos nesse dia, nada!
Chegou segunda- feira e eu fui pra faculdade, ele chegou em mim, pediu desculpas por ter levado a namorada, mais ela que tinha insistido pra ir junto conosco. Falei que ele não devia satisfações pra mim, que foi certo levá- la, pois ela era nada mais, nada menos do que namorada dele. Ele virou pra mim e disse : Eu já te falei que estou apaixonado por vc, e terminei meu namoro ontem pra ficar com vc, resolva a sua vida agora se quer ficar comigo.
Eu fiquei muito feliz por ele ter me dito aquilo, mais ao mesmo tempo muito confusa, porque não sabia o que fazer.
Cheguei na minha casa, e fui logo terminar o namoro de 2 anos. Agi completamente pela emoção, mais uma emoção que tomava conta de mim, eu estava completamente cega por aquele garoto.
Passaram- se alguns dias, e eu fiquei com ele, aquele pra mim foi um momento mágico, me senti realizada. Pensei que minha mudaria naquele instante. Mais eu estava completamente equivocada, pois eu amava ele, e ele só queria ficar comigo, dizia que era novo e estava na fase da curtição. Então fui ficando com ele, mais aquilo me matava por dentro, quando ele saia sozinho pras festas com os amigos, e ficava com várias meninas!
Sempre paciente, eu esperei…esperei o momento dele chegar, e hoje sou a mulher mais feliz do mundo, estamos namorado, quase casados…rsrs
Eu posso dizer que encontrei minha alma gêmea!!!!
Ola Brasil sejam muito bem vindo ao meu especial dos namorados hoje eu vou mostrar pra vcs um doce que esta fazendo aqui no Brasil 50 anos. É a Maça do Amor
Famosa em junho, quando começam a pipocar pelo país as festas juninas e é o mês do Dia dos Namorados, a maçã do amor completa em 2009 meio século de existência. Pelo menos oficialmente.
Está documentado que o pedido de patente para o processo de cristalização da fruta foi feito por um imigrante espanhol em São Paulo em 1959. O benefício da exclusividade foi concedido e, a partir daí, Antonio Farre conta que o doce se popularizou.
“Eu carregava a barraquinha e a minha mãe levava as caixas com as maçãs”, conta Farre, de 62 anos, que 50 anos depois ainda vende o produto na loja de doces no Tatuapé, Zona Leste da capital paulista. “As pessoas faziam fila para comprar”, lembra o comerciante, que veio ainda menino com a família da Espanha em 1954.
O título de exclusividade tem prazo determinado e, depois de alguns anos, cai em domínio público. Foi o que ocorreu com a fruta caramelizada espetada no palito, que ficou eternamente conhecida como maçã do amor.
Farre conta que, depois de “criado” o doce, a família precisava colocar um nome nele. “Meu pai um dia estava cansado depois do trabalho e falou para todos reunidos na sala: ‘ah, coloca logo maçã do amor e vamos dormir’”, revela Farre, rindo.
O espanhol vem de uma família de doceiros. Na loja dele, são vendidos churros de diversas formas e sabores. Ele conta que, como a vida de imigrante era muito difícil no Brasil, precisavam de algo que os sustentassem. E começaram com a maçã do amor. Como deu certo, resolveram patentear. “Muita gente ficou de olho. Meu pai e minha mãe começaram ter uma renda maior do que a família inteira”, diz Leandro Lopes Farre, de 35 anos, filho do comerciante.
Trâmite
Em 14 de junho de 1962, a patente do método de cristalização da “maçã coberta com açúcar colorido artificialmente”, saiu pelo prazo de 15 anos. O G1 teve acesso aos documentos originais. Quem concedeu o benefício foi o extinto Departamento Nacional de Propriedade Industrial, que, desde 1970, virou Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
O trâmite todo durou três anos. Em 1961, a Diretoria de Bromatologia e Química do Instituto Adolfo Lutz em São Paulo analisou o produto e emitiu um parecer, citando as características dele, como cor, cheiro, sabor e aspecto. Este definido como “maçã com cobertura de açúcar colorido”.
O pedido da família Farre também parou nas mãos do Serviço de Policiamento da Alimentação Pública do estado, que liberou um alvará de Aprovação e Registro de Produto Alimentício.
A patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade “Esse documento dá o direito de excluir terceiros da fabricação e comercialização daquele objeto por um prazo determinado”, explica Elias Damian da Silva Felipe, técnico em Propriedade Industrial do INPI.
Ele ressalta que o pré-requisito básico para se conseguir uma patente é provar a invenção, a novidade. Isso vale para receitas também. “Você tem que unir dois ou mais elementos e obter um efeito técnico novo”. Depois do prazo estipulado, o produto patenteado vira de domínio público. Atualmente, o tempo é de 20 anos.
Ponto certo
Apesar de copiado ao extremo, o doce encontrado em carrocinhas e barraquinhas tem seus segredos. Farre garante que o dele “é o melhor”. A receita ele não revela de forma alguma e ainda aponta onde os concorrentes erram. “O ponto (da cristalização) tem que ser o ponto bala. Antes, fica mole. Depois, queima. O tempo ideal vai no ‘olhômetro’”, ‘ensina’ o comerciante.
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